
sábado, outubro 24, 2009
quarta-feira, setembro 09, 2009
quinta-feira, agosto 20, 2009
Jornada vendo estrelas
Diário de bordo data estelar 34.5937898 a bordo da Enterprise Mãe de Deus 913.Dos médicos:
Dr. Belo, aquele que cura - detestei ele desde o primeiro momento que coloquei os olhos em sua pessoa. Manja aquele médico que jura que é a misura perfeita entre o Super Homem e Path Adams. Magro alto, cavanhaque milimétricamente aparado, olhos azuis e um olhar de sucesso e superioridade que irrita até cego!
Acompanhem nos próximos capítulos os outros personagens:
Dr. Corto e Resolvo
domingo, agosto 16, 2009
Não tô prá ninguém!
sexta-feira, junho 19, 2009
terça-feira, abril 14, 2009
Patrão sofre...
sexta-feira, abril 10, 2009
Vencendo o medo
Ai um vídeo nosso prá exempar o que falei antes. É um potro em doma. Reparem como Chico cavaleiro tá tranquilão ai...só propôs a tarefa. Fica esperando o seu parceiro resolver o problema. Dar uma volta e fugir ele não deixa, é coisa prá covardes, mas prá frente é o potro que decide quando estará pronto. Acho muito lindo esse vídeo, toda a luta interna do potro prá vencer seu medo... a suavidade do cavaleiro....o trabalho bem feito...a natureza...os pássaros....o céu azul....o verde da mata....zzzzzzzzzzzz....ronc.....zzzzzzzzz
A muié responde
Estava treinando minha potra em uma pista fechada e coberta, em um dia ensolarado! Em um dos cantos da pista o sol entra nesse horário do dia!! Qdo derrepente um passarinho passou pela frente dela nesse canto ensolarado, que fica perto do espelho da pista!! Resumindo,, ela não tem problema com o espelho, mas o susto com o passarinho foi tamanho que depois ficou dificil levá-la do tal canto novamente!! Depois do epsodio ainda não montei nela, mas se ela refugar o canto de novo o que devo fazer?? Obrigada bjo
RESPOSTA DA MUIÉ
Oi. Vou te dar umas pistas de como eu faria. Primeiramente voce deve sempre tentar resolver o problema na hora que acontece, tentar acabar o dia sentindo que ela ficou menos assustada com o que acontecei. Não deixar ela ir para casa (baia) com aquilo na cabeça, tenho certeza que tu já foi dormir com um problema...e não é nada bom né? Pois é, prá cavalos também não!
quarta-feira, abril 08, 2009
Ainda sobre Jack



Aqui já com uma técnica mais aprimorada....com as patas amarradas nos moirões da cerca. Método extremamente seguro tanto para cavalo como para cavaleiro...sem falar do conforto e tranquiidade que isso passa para o anemar cavalar
Nesta foto, a pessoa segurando o cabo preso à pata do quadrúpede irracional está realizando uma demonstração claríssima do princípio básico da técnica utiizada: "cavalos podem ser mais inteligentes que nós...mas nós somos mais fortes...he he he".
domingo, abril 05, 2009
Dando nome aos bois
sexta-feira, abril 03, 2009
FALANDO SÉRIO...

Em qualquer atividade eqüestre, sobretudo em rédeas e adestramento, por seu nível de exigência, de precisão, obediência e complexidade de execução, é fundamental uma comunicação efetiva e correta entre o cavalo e seu cavaleiro. Porém essa comunicação se vê limitada pelo enfoque humano do conceito, pois estamos acostumados a julgar o mundo de acordo com o nosso ponto de vista e, de fato, geralmente não se considera que o cavalo possa ter o seu próprio universo. Sua forma de pensar e de compreender os fenômenos do mundo exterior é muito diferente da maneira do homem, pois suas necessidades biológicas também o são.
Isto faz com que falemos idiomas distintos e que a comunicação entre os dois seja muito difícil, a tal ponto que quando nós nos comunicamos com o cavalo, o que fazemos na realidade é somente lhe ditar ordens que confundimos com diálogo. A maioria das vezes o animal nem sequer as entende. Depois de muito trabalho, apesar de nossa incapacidade de nos fazermos compreender, depois de centenas de repetições e de outras tantas horas de trabalho, ele consegue associar. Tudo isso como “adivinhando”. E relaciona suas ações com os estímulos que recebe geralmente nada gentis.
É então que o consideramos tê-lo adestrado. Com muita freqüência acreditamos que estamos nos comunicando com o cavalo, quando geralmente o que fazemos é atrofiar sua habilidade para avaliar estímulos contraditórios e assim anular sua capacidade de tomar decisões.
Não obstante, a comunicação em “seu próprio idioma” é altamente eficiente e sua capacidade de compreender o que se pede a ele somente tem comparação com a vontade que empenha em satisfazer-nos.
É surpreendente que não se necessite mais de três repetições – menos de cinco minutos para que se torne clara nossa solicitação e se inicie o processo de execução, que neste caso será eficiente, decidida, oportuna e precisa, em poucas palavras, do mais alto rendimento.
Para mim, não existe nenhuma contradição. A diferença se faz no ponto de vista do observador, que julga de acordo com o resultado de sua tarefa.
Freqüentemente nossos sinais não são específicos, resultam pouco claros ou ainda, contraditórios. De fato, a natureza equina – substancialmente diferente à nossa – que levamos entre nossas pernas, é uma máquina altamente eficiente de perceber estímulos do meio, tanto que nossa propria receptividade se torna muito pequena e não somos conscientes dos inúmeros sinais que emitimos involuntariamente e que têm que ser ignorados pelo cavalo por carecer de significado.
É demasiado pedir a nossos cavalos que, além de manterem-se obedientes a sinais julgados antropocentricamente, ignorem não só os que recebem além de nossas ações, senão também os que realizamos sem ter a intenção de faze-lo. Estes sinais falsos confundem o animal até que ele aprenda a ignorá-los. Na realidade é um processo de insensibilização involuntário que faz indolente ou distraído o cavalo, que depois ignora também os sinais que tem um propósito específico.
Com essa má comunicação tendemos, como muitas outras coisas que ocorrem sem que nos demos conta, a reduzir o enorme acervo de sensações que o cavalo tem à sua disposição de maneira natural.
É um grande desperdício e portanto um erro, não aproveitar essa grande capacidade de captura de sinais, simplesmente porque não sabemos mais sobre a natureza do cavalo, de suas capacidades receptivas e suas limitações de abstração, porque não sabemos de que maneira o cavalo aprende e retém as informações, porque não sabemos que não é necessário mais que tres repetições para que um cavalo entenda completamente um exercício.
Poucos ginetes têm completamente clara a importância de não dizer nada quando se trata da comunicação com o cavalo, pois para este,, o melhor sinal é receber nenhum, pois significa que fez o correto.
Antes dos afagos, carícias ou cenouras, massagens e ótima alimentação, o cancelamento de um estímulo, é a primeira e mais importante manifestação do reforço positivo e é a melhor mensagem que podemos dar à nossa montaria quando esta executou a tarefa de forma acertada.
A execução correta e o melhor esforço do cavalo em seu desempenho – que finalmente distingue ganhadores de perdedores - , estarão regidas pela busca da suspensão das ordens. A vontade que o animal emprega, entendida não só como a ausência de resistências ou manifestações indesejáveis, mas também como o esforço extra para saltar mais alto, correr mais rápido ou executar com mais precisão uma manobra determinada, estará em função direta da clareza que ele tem de que depois do cumprimento correto, encontrará sua recompense, que é o cancelamento do uso das ajudas, rédeas ou a tensão corporal, que é precisamente: não dizer nada.
Costumo dizer que para um treinador medíocre, o cavalo sempre está devendo para ele, que o cobra sempre cada vez mais em treinamentos fatigantes, monótonos, com infinitas repetições sem sentido para o cavalo, pois o spin, o salto ou o tempo atingido na raia em uma corrida sempre deveriam estar melhores. Esse exagero só pode resultar na diminuição da qualidade da execução da tarefa solicitada, seja por fadiga, dor ou confusão ( ou o que é mais freqüente, um somatório de tudo isso).
Já o treinador consciente, nem sempre o mais habilidoso, porém aquele mais sensível e conhecedor os limites e potencialidades do seu cavalo, contenta-se com muito menos, cessando o exercício ao menor vislumbre de que sua montada entendeu e emprenhou-se. Esse sabe que para conquistara uma performance ideal, é necessário um cavalo não apenas afinado técnicamente, mas também equilibrado físicamente e moralmente.
Muitas vezes entristeço ao ver treinamentos nas mais diversas modalidades indo na contramão do que é certo, saudável e produtivo para o cavalo. Treinamentos abusivos, extenuantes, aborrecidos e executados muito mais em função de inseguranças psicológicas do treinador em véspera de competições. Esforços exagerados que só fazem com que o cavalo execute cada vez com menos qualidade suas figures, levando o treinador, que julga como na maioria das vezes, que o erro é do animal, a repetir mais e mais, produzindo um círculo vícioso extremamente nocivo à vida atlética deste animal. Sim, saem vencedores mesmo com esse tipo de treinamento , mas é fruto da generosidade equine, apesar do treinador, e não por causa dele! E isso tem um preço, que sera cobrado logo ali na esquina, pela diminuição da performance e da vida atlética de um cavalo.
Está mais do que na hora dos treinadores aprenderem a se comunicar de forma eficiente, para o bem dos cavalos e a evolução dos esportes equestres no Brasil.
Inspirado em texto de Chico Ramirez, El señor de los caballos
segunda-feira, março 30, 2009
Casa cheia
Meu trabalho inicial, se é que dá para chamar algo tão prazeroso de trabalho, é colocá-los confortáveis em um bom piquete, com sombra água fresca e boa comida, e ficar observando, observando, observando…
Observando cada atitude, cada indivíduo, cada movimento. Quem é inseguro, curioso, irritado, calmo, etc. Deixando que eles comecem a me dar uma idéia de qual será a melhor maneira de trabalhar com cada um. Afinal,são eles que escolhem qual caminho que vamos seguir, eu só sei onde quero chegar.
Observando esse grupo não pude deixar de sentir uma inveja da espécie deles. Como ela é mais evoluída que a nossa. Hmmm…isso deve ter feito algumas pessoas se retorcerem na cadeira…calma! já explico! Cavalos são muito mais bem sucedidos em se comunicar que nós. Vejam como esse grupo trabalhou de forma unânime e harmônica numa situação tão caótica como a que se apresentou para eles nesse momento. Só prá dar uma idéia do tamanho da façanha, imaginem voces, vivendo todos os anos da sua existência num lugar muito tranquilo, com seus parentes e amigos, sem nenhuma grande novidade, exceto 3 ou 4 ocasiões desagradáveis (infelizmente prá nós,todas elas vinculadas à presença humana) como marcação a ferro quente e castração. De repente são colocados à força em um grande baú, barulhento, que se movimenta e se sacode o tempo inteiro durante 8 horas, e depois saírem de lá para um lugar que nunca viram antes, sem saber nada de nada!
Pois é! Isso aconteceu com esses cavalos, e assim que eles chegaram, já estavam trabalhando juntos, como que numa linda coreografia, com a absoluta convicção de que a força está no grupo e no objetivo comum, que no caso deles é sobreviver. Trabalhando para saber o máximo possível sobre a nova situação, contando e confiando somente uns com os outros.
quarta-feira, março 25, 2009
Que delícia de UTUBIS

Hi,Here is the link to the Tap files that are on the flash drive people are buying. You don't have to pay because you did a lovely gentle job and thats the message I hoping to send out..
terça-feira, março 24, 2009
Fogueira das Vaidades

segunda-feira, março 23, 2009
Missão cumprida...por enquanto
sexta-feira, março 20, 2009
Curso Denise Bicca Horsemanship
quarta-feira, março 18, 2009
Só me faltava essa....
Eu tô trabalhando com um cavalo novo. É um garanhão tobiano, cruza de pitbull com tubarão martelo. Lindo como ele só,e ordinário também. Se acha grandão pra caramba, tem que ver o olhar de desdém que ele dá prá gente...posso jurar que ele mede a gente de cima a baixo....chega a dar vontade de ir trocar de roupa. Seilá entende, colocar uma coisinha mais xique sabe, prá combinar melhor com ele. Mas o pior não é o olhar dele....é a boca mesmo. Só vendo, chega a tremer os beiços, puro desejo de arrancar aguma carninha de algum lugar. Hannibal ia sentir orgulho, aliás seria o cavalo perfeito prá ele.
Ele morde até o ar, imagina. Na verdade ele está aqui em casa para nós resolvermos isso, esse vício infame que o coitadinho possui. Estamos trabalhando com psicoterapia cognitiva positivista horsemanshipiana. Estou entusiasmada com os resultados. Mas na hora da sessão é de matar a muié véia aqui de tanto que corre, faz correr e desvia da bocarra do javali colorido. Não tem aula de aeróbica que se compare, o bicho é poderoso vitaminado.
Bem....depois da sessão de hoje, umas 2hs de correria, trancos, dentes, poeira e suor. Pego a paciente seguinte, Ventania. Lembram?
Pois é....ai como ela tá ficando mocinha, afroxei meu lombo. Aproveitei prá relaxar fiquei segurando para que o Dublê fosse pegando as patas dela, que já estão bem mais submissas. Se não fosse uns guinchinhos de vez em quando, diria que está praticamente resovida a parada. Depois de trabalhar com aquele dragão de Komodo em forma de cavalo tobiano, eu tenho a sensação que poderia pegar a Ventania no colo, tão fácil que é!
Mas aí é que me caiu os butíá do bollso....tô eu segurando a tipinha e recarregando minhas reservas de adrenalina, naquele torpor clássico pós esgotamento físico/mental, quando derrepente a bicha sem pedir permissão coloca pelo menos 3 dedos da minha mão direita prá dentro da boca dela!!!
Agora eu acho até graça....e não é que é mesmo?
sexta-feira, março 13, 2009
Laying down horses
Dia 7 - Finalmente paz
DIA 7 (eu acho)
Novo dia de trabalho, agora com Gafanhoto retomando seu posto. Ele começou trabalhando. Quando foi pegar nas patas da égua percebi que ele estava com um pouco de receio. Bem sensato da parte dele, como diria o filósofo americano, Murphy..."quem tem, tem medo". Depois das poucas e boas que a bicha aprontou prá ele, senti que ele não estava pronto para tal exercício. Voltamos atrás. Não é problema ter medo, o problema é não se preparar bem para fazer as coisas sem medo. Senão a coisa desanda. Eu mesma estou sempre com medo e acredito que é exatamente isso que faz com que eu me identifique tanto com cavalos.
Quando foi a hora, meu super Gafa fez coisas até bem mais difíceis de fazer do que a que ele tinha medo de fazer no início do trabalho, e nem percebeu...com uma segurança de fazer inveja até ao próprio Conan.
Não acredidam? Olha ai ...
segunda-feira, março 09, 2009
Chega de não me toques
DA VENTANIA
DIA 6
Êita muiézinha dura de roer...affe que achei uma mais teimosa que eu...tive que dar a pata a torcer, ou melhor, erguer.
DESISTO. TÁ! QUER PEGAR MINHAS PATAS PEGA! NUMA BOA! Já vi que tu não vai fazer nada de mais com elas mesmo.


